domingo, março 3, 2024
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Ambientalista quer mudança no traçado da Fiol para a Centro-Atlântica

Leiloada na semana passada pelo Governo Federal, por quase R$ 33 milhões, a obra da Ferrovia da Integração Oeste-Leste (Fiol), desde o seu início, em 2010, é alvo de preocupação por parte de ambientalistas.

Diversos problemas de ordem ambiental, social e econômica são apontados, e os números sobre geração de empregos e distribuição de renda questionados.

Uma das entidades ambientais que estão à frente das discussões sobre esses problemas é o Instituto Floresta Viva, de Ilhéus, no sul do estado e onde será construído o Porto Sul, para escoamento das cargas que chegarão por meio da ferrovia.

Mas a depender do ambientalista Rui Rocha, do Instituto Floresta Viva, nenhuma carga chegará a Ilhéus. Ele defende a mudança do traçado da Fiol para Ferrovia Centro-Atlântica, para melhor aproveitamento da zona portuária da Baía de Todos os Santos, mas isso demandaria mais custos e por enquanto está descartado pelo Governo Federal

A Fiol 1 deve começar a operar em 2025, já transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e, principalmente, o minério de ferro produzido na região de Caetité.

A empresa vencedora do leilão, a Bahia Mineração (Bamin), deve investir mais de R$ 3,3 bilhões nos próximos 35 anos. Desse total, R$ 1,6 bilhão será utilizado para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução.

Além disso, a subconcessão da Fiol, de acordo com o Governo Federal, vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão.

Fonte: Blog do Mário Bittencourt
Foto: Divulgação no Blog

 

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